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quarta-feira, 8 de março de 2017

Arnon repete ato de Raimundão e decreta estado de emergência por conta da chuva

Prefeito Arnon Bezerra

Utilizando o mesmo argumento, o qual, o ex-prefeito Raimundo Macedo usou nos últimos dois anos (2015-2016), a chuva; o atual prefeito de Juazeiro do Norte, Arnon Bezerra repete a mesma ação ao decretar Situação de Emergência no município. Assim como Raimundão, Arnon não esperou nem a primeira precipitação superior a 100mm para baixar o decreto, e assim poder, segundo nota da prefeitura, trabalhar com maior rapidez e agilidade nas recuperação de ruas e das estradas vicinais que ligam a sede do municipio aos distritos, cuja estradas foram atingidas pelas chuvas de fevereiro. O critério utilizado foi a média de chuva que caiu no municipio entre os dias 23 de fevereiro e 1º de março.
Diz a nota:
"A Prefeitura de Juazeiro do Norte, por meio do decreto Nº 303, de 03 de março de 2017, declarou nesta segunda-feira, 06, situação anormal, caracterizada como Situação de Emergência. Diversas áreas do Município foram afetadas por intensas precipitações pluviométricas. O decreto será por um prazo de 90 dias, podendo ser prorrogado por igual período.
O Prefeito Municipal de Juazeiro do Norte, Arnon Bezerra, considera, mediante o documento, que as intensas chuvas ocorridas entre os dias 23 do mês de fevereiro e 1º de março de 2017, com uma média de precipitação de 150 mm (cento e cinquenta milímetros), causaram econômicos e sociais, afetando diretamente moradores, e ainda perdas ao patrimônio e ao serviço público, decorrentes da precipitação de chuvas.
Os locais mais atingidos, conforme levantamento técnico, estão os  bairros São José, Novo Juazeiro, Pio XII, Aeroporto, Timbaúbas, Betolândia, Frei Damião, Antônio Vieira, João Cabral, São Miguel, Tiradentes, Lagoa Seca, Jardim Gonzaga, Vila Nova, São Francisco, Pedrinhas, Carité, Horto e Limoeiro; e os sítios Popó, Leite e Taquari {...sic...}",
VAMOS NÓS:  Esperamos e torcemos para que o atual gestor consiga mesmo recuperar as ruas intrafegáveis da periferia e até de bairros considerados nobre da cidade e jamais siga o exemplo do seu antecessor que se utilizou da situação de emergência em sua gestão (2013 a 2016) para outras finalidades e as ruas continuaram cheia de buracos.

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